A Escola do Futuro em São Roque é o novo marco educacional da região, viabilizada por meio de uma parceria estratégica entre o Governo do Estado de São Paulo e a administração municipal. Com um investimento total de R$ 18 milhões intermediado pela agência de fomento Desenvolve SP, a unidade foca em infraestrutura moderna e inovação no ensino.
Localizada no coração do Distrito de Maylasky, a nova estrutura conta com aproximadamente 8 mil m² de área construída. O espaço foi projetado para acolher mais de 900 crianças e adolescentes, oferecendo um ambiente que foge do modelo tradicional de sala de aula e foca na preparação para os desafios do século 21.
Segundo o governador Tarcísio de Freitas, o projeto representa um novo conceito de educação pública. O modelo integra inclusão, ensino bilíngue e uso intensivo de tecnologia. A intenção é que a experiência em São Roque sirva de exemplo para outras cidades paulistas, elevando o padrão de formação na rede estadual e municipal.
Estrutura tecnológica e espaço maker
A viabilização financeira ocorreu através de dois contratos principais com a Desenvolve SP. O primeiro, de R$ 5 milhões, foi destinado ao início das obras em 2023. O segundo montante, de R$ 13 milhões, garantiu a aquisição de mobiliário de última geração e equipamentos tecnológicos essenciais para a metodologia da escola.
Os estudantes terão acesso a recursos diferenciados, como um espaço maker dedicado à robótica e projetos interdisciplinares. A unidade também dispõe de anfiteatro, quadra poliesportiva e salas interativas que estimulam o aprendizado prático e a criatividade desde os primeiros anos escolares.
A acessibilidade é outro ponto central do projeto. O prédio foi totalmente planejado com rampas e elevadores, assegurando que alunos e profissionais com deficiência ou mobilidade reduzida circulem com total autonomia e conforto.
Impacto financeiro e social para o município
Além do ganho pedagógico, a inauguração da Escola do Futuro traz um benefício direto para os cofres públicos de São Roque. A nova unidade permitirá a desativação de imóveis alugados que hoje atendem a rede municipal, como o Sítio Alabama, onde funcionava a EMEF Tibério Justo da Silva.
Essa transição deve gerar uma economia anual de quase R$ 400 mil para a prefeitura. Com a centralização das atividades em um prédio próprio e moderno, o município consegue otimizar a gestão de recursos e investir a diferença em outras áreas prioritárias da educação.